Tema em construção :)

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Tutorial Studio One Part II

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Aqui mostro como adicionar uma nova pista para gravação de uma guitarra solo.

Fica também uma ideia de como adicionar efeitos e alguns efeitos que o programa traz.

Alguma dúvida deixem um comentario.

Espero que gostem 🙂

Tutorial Studio One Part I

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Aqui fica um breve tutorial de como começar com o software mencionado no último artigo.

Espero que gostem 🙂

Software Parte II

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Anteriormente falei do Audacity. É grátis e uma boa ferramenta de edição. Não direi tanto de gravação pois não permite escolher de uma forma clara o nosso interface e a qualidade que oferece não é muita.

Acaba por se tornar um pouco confuso na parte da gravação.

Edição sim. Tem uma série de ferramentas para cortes, colagem, fade ins, fade outs, ajuste da velocidade, pitch, etc.

Mais do que suficiente na restauração de um vinil mais antigo ou uma cassete com o som já sem vida.

Algumas das ferramentas porém, requerem um conhecimento mais avançado.

Falo da compressão e equalização. São efeitos também. Mas diria mais que servem para esculpir o som. E quando usados com sabedoria e criatividade fazem milagres 🙂

No fundo as duas ferramentas mais usadas por qualquer produtor de audio.

Existe quase que uma hierarquia na colocação dos efeitos, mas disso falarei mais tarde.

Por outro lado temos um programa que tem uma versão gratuita. Falo do Studio One.

Download aqui.

Esta versão mais despida do Studio One Pro é uma solução ideal se estás a começar.

Como qualquer outro software tem uma curva de aprendizagem, mas nada do outro mundo. Há muitos tutoriais na internet, mesmo no site deles. Eu mesmo irei fazer alguns para demonstrar como funciona e por onde começar num próximo artigo.

Aconselho a visitarem o site. Lá encontrarão a informação necessária sobre o Studio One e outros produtos da marca como placas de som.

Até breve.

P.S.- Não se deixem intimidar pela quantidade de botões que estes programas normalmente trazem 😉

 

Presonus-Studio-One-Free

Placas de Som / Audio Interfaces

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Bem vindo.

Hoje vou deixar aqui uma ou duas ideias de placas de som para ficares com uma ideia por onde começar.

Algumas placas já trazem Software incluído. O que é um bonus. São por norma versões “light” de softwares mais completos.

É uma forma das empresas divulgarem os seus produtos e esperarem que o utilizador faça o upgrade para a versão completa. O que não é grátis.

Outras placas mais baratas, são apenas isso. Placas de som. Vamos ver uns exemplos:

A Behringer Guitar Link UCG102 que apesar de ser uma placa barata faz um bom trabalho. Mais utilizada por guitarristas, serve perfeitamente para gravar outros instrumentos como baixo, teclados e permite mesmo ligar um microfone.

Esta placa traz um Software da companhia Native Instruments.

Com o nome de Guitar Rig, este software é também chamado de Plugin. Um plugin pode funcionar de duas formas. Ou em modo StandAlone, ou seja, é utilizado livremente sem ser necessário ter um programa de edição de audio ou sequenciador.

Ou então dentro de um programa de edição. Os programas de edição trazem sempre um grande leque de plugins. Temos equalizadores, compressores, reverbs, delays, etc. A lista é grande. Mas por vezes existem outros softwares como o caso do Guitar Rig, que é são mais indicados para instrumentos como guitarras ou baixos.

São os chamados “Third Party Plugins” que são instalados à parte do programa de edição audio.

Isto porque os plugins nativos dos sequenciadores nem sempre são os melhores. Daí os produtores e músicos procurarem plugins que fazem apenas uma coisa, e fazem-na bem 🙂

 

 

Guitar Link UCG 102

 

 

Interfaces Audio

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Para começarmos este capítulo, temos de ter em conta o mercado e o que este oferece.

Existem Interfaces para todos o tipo de bolsas.

Os mais baratos já são hoje em dia extremamente eficazes, com uma qualidade de som mais do que suficiente.

Temos de ter em conta os chamados “conversores”.

Estes existem no interface ou também chamada placa de som, e convertem o som exterior analógico em digital ao entrar no computador.

São obviamente importantes. Quanto mais definição tiverem, melhor som obterás.

Começa tudo na “fonte”. Devemos tentar evitar compor algo numa edição de sinal gravado por qualquer instrumento, se este já entrou no computador com pouca qualidade sonora.

No próximo artigo vou falar de bons exemplos de placas de som que são relativamente acessíveis a todos.